Documento 20/4 - Comunicado das delegações participantes na reunião celebrada em Lisboa do 8 a 12 de outubro

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Código de referência

ES AGLP ES GA 15700 AGLP FON-6-6.1-6.1.2-20/4

Título

Comunicado das delegações participantes na reunião celebrada em Lisboa do 8 a 12 de outubro

Data(s)

  • 1990 (Produção)

Nível de descrição

Documento

Dimensão e suporte

4 folhas (2 cópias)

Zona do contexto

Nome do produtor

Academia das Ciências de Lisboa (1779-12-24/-)

História administrativa

A Academia das Ciências de Lisboa foi fundada a 24 de dezembro de 1779, com beneplácito da rainha D. Maria I. Os grandes responsáveis e mentores pela concretização deste projeto foram, sobretudo, o 2.º Duque de Lafões, D. João Carlos de Bragança, primeiro Presidente, e o abade José Corrêa da Serra, primeiro Secretário-geral, que, conhecedores das sociedades congéneres europeias conceberam para Portugal uma instituição semelhante.
A primeira sessão realizou-se a 16 de janeiro de 1780. Entre várias propostas, o lema da instituição passou a ser a sentença de Fedro:
Nisi utile est quod facimus stulta est gloria.
Se não for útil o que fizermos a glória será vã.

Denominada Academia Real das Sciencias de Lisboa, assumiu a designação atual em 1910. É uma instituição de âmbito nacional que, desde sempre, mantém relações com congéneres de outros países.
A Academia ajudaria a promover a Ciência e o Ensino. Compunha-se das Classes de Ciências Naturais, Ciências Exatas e Belas-Letras, com Sócios Efetivos e Correspondentes, além de Correspondentes estrangeiros. Como na congénere francesa, eram encorajados a participar – recebendo um jeton de prata pela participação nas sessões, prática a que orçamentos restritos puseram fim. Após a instalação no antigo Convento de Jesus, da Ordem Terceira, alocado em 1834, uma Reforma dos Estatutos (1851) reorganizou a Academia nas Classes de Ciências e de Letras, que se mantêm.
A Academia das Ciências de Lisboa tem desempenhado papel ímpar no que concerne às Ciências Exatas, Naturais e Humanas, Tecnologias e Economia. As Memórias que tem vindo a editar espelham a História das Ciências e das Letras em Portugal, bem como a evolução do estado científico e cultural do país.
Pela atividade, tradição e espólio, tem desempenhado papel relevante na História das Ciências e do Ensino Superior, ministrado na Academia, ou sob sua administração, desde o século XVIII. Ensinaram-se Física, Química e Ciências Naturais. Realizaram-se Congressos, Colóquios e outros eventos com grande projeção internacional. Foram numerosas as Comunicações apresentadas e as edições de obras, muitas de grande vulto, científicas e outras, como a Portugaliae Monumenta Historica. Muitos foram os Sócios notáveis, como Alexandre Herculano.
A Academia tem sofrido graves inconvenientes pela eternização de ocupações de espaços seus em exclusivo benefício de interesses alheios. Atravessou períodos brilhantes a par de crises, a maior parte das quais a política nefasta de Teófilo Braga logo em fins de 1910: despeitadíssimo por não ter sido reeleito para a vice-presidência, tentou-a destruir em favor de outra por ele criada, eliminando a Tipografia – apesar dos seus relevantes serviços –, transferindo pessoal, cortando verbas, dificultando a administração, etc.
Porém, não entrou em letargia. Prosseguiu intensa atividade, com apresentação de Comunicações; Investigação; Intercâmbio internacional; difusão de conhecimentos através de edições e da Internet; ações do Instituto de Altos Estudos, com realce para estudos académicos para seniores; exposições temporárias, enquanto procuramos reunir condições para expor o rico património museológico; bem como prestação de serviços.
Com altos e baixos a refletirem as condições do País e apesar de graves carências de recursos, de restauro e manutenção do Património, a Academia mantém-se como um fórum de progresso e debate onde sempre coexistiram ideias e posições muito diversas.

História do arquivo

Fonte imediata de aquisição ou transferência

Zona do conteúdo e estrutura

Âmbito e conteúdo

Comunicado das delegações de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bisau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Portugal com a participação de uma delegação de observadores da Galiza, reunidas em Lisboa, após terem discutido o Projeto da Ortografia Unificada da Língua Portuguesa (1990) e a sua Introdução.

Avaliação, selecção e eliminação

Ingressos adicionais

Sistema de organização

Zona de condições de acesso e utilização

Condições de acesso

Condiçoes de reprodução

Idioma do material

Script do material

Notas ao idioma e script

Características físicas e requisitos técnicos

Instrumentos de descrição

Zona de documentação associada

Existência e localização de originais

Existência e localização de cópias

Unidades de descrição relacionadas

Descrições relacionadas

Zona das notas

Identificador(es) alternativo(s)

Pontos de acesso

Pontos de acesso - Assuntos

Pontos de acesso - Locais

Pontos de acesso - Nomes

Zona do controlo da descrição

Identificador da descrição

Identificador da instituição

Regras ou convenções utilizadas

Estatuto

Nível de detalhe

Datas de criação, revisão, eliminação

Línguas e escritas

Script(s)

Fontes

Zona da incorporação

Assuntos relacionados

Pessoas e organizações relacionadas

Locais relacionados

Depósito físico

  • Caixa: 20